sexta-feira, 27 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011

E quem diria. Quem diria. Ontem mesmo, conversando com vários amigos, eles me disseram que eu não mais parecia comigo. Eu pareço eu sim, mas vou ganhando o mundo quando abro algumas brechas da minha prisão. E de brecha, vou me ganhando também. E quase vira o estômago mas sou tomada por uma fome boa que eu nem sei o nome. Talvez acreditar assim, sem medo, em algo descontrolado e de alguma forma justo, seja acreditar em Deus. Durmo em paz. Tudo na hora certa. As coisas são como são.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Sinto saudades de todos os momentos românticos que já vivi. Daquela época, em que passava anos gostando de alguém, que também gostava de mim, mas que por timidez, não tinha coragem de se declarar. Daquela época, em que um beijo no rosto, era motivo para mudar de cor, e um selinho, era um beijo cinematográfico. Daquela época, em que só saber que poderia olhá-lo, me fazia levantar da cama, e enfrentar um período chato de matemática. Daquela época, em que uma ficada, não era apenas uma ficada. Era mais, era frio na barriga, misturada com uma ansiedade, que nos fazia querer gritar sem voz, chorar sem lágrimas. Tudo isso, por saber que iríamos beijá-lo. Beijar aquele cara, que há tempos havíamos desejado. Sinto falta daquela época.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
O que tem de ser, tem muita força. Ninguém precisa se assustar com a distância, os afastamentos que acontecem. Tudo volta! E voltam mais bonitas, mais maduras, voltam quando tem de voltar, voltam quando é pra ser. Acontece que entre o ainda-não-é-hora e nossa-hora-chegou, muita gente se perde. Não se perca, viu?
CAIO F. ABREU
CAIO F. ABREU
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