terça-feira, 26 de maio de 2009

Que bando de artistas somo nós.

A utopia de um mundo sem regras, onde todos agissem pelo instinto, virou o playground dos meus neurônios.
Cansei do normal, quero fugir do estabelecido, do programado, daqueles que aplaudem cada ato bem pensado.
O mais engraçado disso é que eu vou parar de digitar esse texto, vou botar o meu pijama, escovar os dentes, colocar o relógio para despertar e dormir. E acordar no outro dia, escovar os dentes, vestir um casaco, trabalhar e conviver em sociedade com harmonia e educação, e ninguém perceberá a erupção que tento conter.
E o nosso lado serial Killer, marylin monroe, al capone, simone de beauvoir?
Para onde vai tudo que a gente pensa e reprime, tudo que a gente ouve e estoca, tudo que a gente lê e compreende, tudo que agente vê e não toca?
Para onde vão as idéias que a gente consome e os sentimentos que nos envergonham? Vida interior.
Nem mil anos bastariam para eu assimilar tudo o que sinto e acomodar toda essa trupe em mim.

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